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Informativo da Casa Midiatica - Nº 1 - Ano 1 - 1o. de agosto de 2008
Editorial
Promessa é dívida
Desde o início de nossa atuação em Bauru, há exatos dois anos, viemos com o propósito de aproximar os jornalistas que estão na roda viva do mercado de trabalho dos universitários, que ainda têm privilégios invejáveis no âmbito da faculdade, como, por exemplo, escrever matérias profundas e reflexivas nos jornais laboratórios com um dead-line “esticado” e muita inspiração—vinda da convivência agradável no campus!
Bom, como promessa é dívida, esse boletim eletrônico é mais uma iniciativa para promover o diálogo entre os coleguinhas e os futuros jornalistas. É também, digamos, uma contribuição mensal com vocês que têm acreditado no trabalho da Casa Midiática. Boa leitura!
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Entrevista
RÁDIO E RUBIRA: NOTÍCIAS EM PRIMEIRA MÃO
Formado pela Faac/Unesp, em Bauru (SP), Fábio Rubira é da nova geração de repórteres de Rádio, mas já não é nenhum foca. Muito pelo contrário. Ainda como estudante, acompanhou palestras na Universidade de Columbia, em Nova York, com outros ganhadores do concurso “Jornalistas do Futuro".
foto: arquivo
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Começou a carreira na 96FM de Bauru e logo partiu para trabalhar em São Paulo. Durante quase 4 anos, conciliou o trabalho de jornalista na USP FM com o de repórter de rede na Rádio CBN, do Sistema Globo de Rádio. Levou ao ar inúmeras matérias especiais e investigativas e já ganhou alguns prêmios por isso. Em setembro, estará em Bauru para ministrar oficina de produção radiofônica. A seguir, confira trechos de nosso bate-papo:
Qual o maior desafio do repórter de rádio?
Cada pauta apresenta um desafio específico. Não há rotina em reportagem. Estar antenado aos principais fatos do dia, da semana, do mês, em todas as editorias, ajuda na transmissão de excelentes boletins radiofônicos.
Por que vc escolheu ser jornalista?
Sempre gostei de consumir notícias. Ler jornais faz parte da minha rotina diária há mais de duas décadas. Isso acabou me atraindo para as redações.
Qual a maior gafe que já viu um coleguinha cometer?
O desrespeito e falta de educação com entrevistados ou fontes são as piores gafes que qualquer profissional de comunicação pode cometer. Qualquer outro deslize é perdoável: estes não.
Tem algum ídolo no Jornalismo? Por quê?
Jornalismo é uma atividade coletiva: da pré-produção ao transporte, da impressão (nos casos gráficos) à transmissão (mídia eletrônica). O trabalho do jornalista é só a ponta do iceberg. Procuro admirar, portanto, os veículos de comunicação como um todo. Nesse sentido, o Brasil conta com vários grupos sérios e competentes, que são ótimos lugares para se trabalhar, inclusive.
Embalagem ou conteúdo? Por quê?
Embora uma imagem sóbria e que transmita credibilidade seja importante, em qualquer área (principalmente em telejornais), a qualidade da informação deve ressaltar no trabalho. Conteúdo que contemple os vários lados de um fato, portante, é indispensável.
Aconteceu ...
Foto: Adriana Donini
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